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 Christmas in the 13th Month

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Amëthysne
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Humor : Papara papa maga na sim, popi sim, popi sim... Papara, papa managa assim, papa magana sim, PA~PA~RÁ!

MensagemAssunto: Christmas in the 13th Month   Sab 23 Jun 2012, 18:07

Ficha Técnica:

Título: Christmas in the 13th Month
Gênero: Comédia, Sobrenatural, Violência e Fantasia.
Classificação Etária: 14 anos [palavras de baixo calão e violência]
Escrita por: eu mesma u.u
Personagens: meus personagens
Sinopse: "Nas entranhas da Terra, existe uma Academia onde os monstros aprendem. Digo, ela vai existir, pois está começando agora e o objetivo da mesma é de aprender mais sobre a cultura dos monstros e dos próprios humanos, que convivem pacificamente com monstros no dia a dia, sem saber do que se trata.

Prólogo - Bellatrix - a vice-diretora - apresenta!

Isso aqui tá ligado?! ....

Está ao menos funcionando?

Puta que paril!

Eu chutei a mesa e bati com o pé.

Funciona microfone dos infernos!!

Aê! Funcionou !!

Mas, argh.

Fez um barulho que me deixou surda, diabos!

Acho que agora todos já estão me ouvindo...

Mas, peraí,

ele estava funcionando esse tempo todo! OH MINHA NOSSA!

E não, eu não quis dizer aquilo tudo, corta! Corta! Esqueçam o que eu disse!!

[...]

Está bem! Agora é oficial, vamos lá!!

Muito bom dia! Muito boa tarde! Muito boa noite!

Eu sou Bellatrix (ou só Bela para os íntimos, detalhes...) e sou a vice-diretora desta escola!

Como vocês podem ver o sonho se tornou realidade. E a Academia Niflheim para monstros é um verdadeiro sucesso!

(tá não é sucesso, é só real, eu disse errado)

Vocês ouviram isso?! !!

Aí o microfone tá balançando na minha mão, aí! Aí!

E eu não disse nada aqui, ok? Não foi bem isso que vocês ouviram.

Essa academia serve para aprendermos melhor sobre a nossa cultura e todo aquele blá-blá-blá todo...

(além de pegar os machos, claro)

Aí! Eu batí com a cabeça!

Que isso? Eu não disse nada ali em cima...

ESQUEÇAM OS PARÊNTESES!

Puta que paril!

Tá, vamos continuar...

Você!

Você aí mesmo!

Seja lá qual for a sua raça, o trouxemos aqui,

para

o bem maior! Que é o conhecimento!

(a Kallaia que me mandou dizer isso...)

Ei! Não me bata!

A aprendi, é só eu tapar o microfone quando for f.....

...

Aí ninguém escuta, certo.

Então é isso!

Peço humildemente que se comportem, e que não se percam. Assim, aproveitem a sua estadia aqui e até a Cerimônia de Abertura, bjundas, tchauzinho ♥~

Droga, isso não desligou...

Bela eu acho que você apertou o botão errado.

Ah é, Kallaia, eu só faço merda. . . Deixa eu mexer aqui...

Agora vai

Não Bela, acho que é aqu...

[...]


Última edição por Amëthysne em Sab 29 Set 2012, 19:01, editado 4 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Christmas in the 13th Month   Dom 08 Jul 2012, 15:40

Descrições físicas das personagens ~

[Aqui vão as descrições (conforme eles forem aparecendo), para que cada um possa entender como eles são e sem eu ter de repetir toda hora -chata]

Amadeus:
 

Bellatrix:
 

Florence:
 

Kallaia Miron Vlahakis:
 

Mariel:
 

Momoko Yamashina:
 


Última edição por Amëthysne em Dom 30 Set 2012, 11:18, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Christmas in the 13th Month   Sab 29 Set 2012, 18:59

Capítulo 00 - Academia Niflheim - o grande palco de nossas histórias - surge!

Aquele céu brilhava com sua estranha tonalidade cor de abóbora, sem nuvens, o sol simplesmente era uma grande bola branca brilhante e naqueles cofins do mundo, é onde começa a nossa história! A senhorita Miron, a diretora e uma das grandes idealizadoras da escola, havia finalmente realizado o seu maior sonho! Sonho de todos os monstros poderem conviver e estudar sobre a própria cultura e a dos humanos, na mais tranquila paz. E todas aquelas criaturinhas que mal conheciam a vida, pois mesmo um século é pouco para quem vive milênios, estavam lá para aprender, alguns sim, outros nem tanto e com isso até... mudar toda a história do planeta! Um convívio pacífico com os humanos, quem sabe?

Aqui é o palco principal de nossa grande história, a nossa epopéia! Do céu alaranjado, que estava assim por ainda ser dia, voavam seres incomuns: grandes dragões e incomuns mulheres misto pássaro, misto humana, rasgavam o céu em seus voos rasantes. E essa era a bela visão concebida de uma larga janela, localizada em um alto andar de um dos prédios da escola, à nossa - já apresentada - diretora. Ela trajava um fino e amarelo vestido feito de seda, com alças, parando no meio das coxas, leve e rodado; como enfeite tinha uma fina renda na saia, da mesma cor que o resto. Debruçada com os cotovelos sobre o peitoril da janela, admirava a magnífica visão. Pela sua sala estar localizada no local mais alto e bem no centro do campus, era possível observar os alunos aqui e alí, mesmo que estivessem distantes e também proporcionava uma visão de vários ângulos e de quase todo o local. Enquanto ela olhava, todo o seu ser se enchia de esperança e de uma sensação de dever cumprido.

Estava pronta para soltar um grito de emoção ou se auto-beliscar, por achar estar sonhando, quando fora interrompida pela presença do outro ser que estava no recinto. A outra espécie, um demônio, tinha dois pares de chifres e balançava descontraídamente a sua própria cauda. Sua roupa era um negro vestido, com gola alta no busto e fendado do lado esquerdo das pernas, fenda que ia até o começo das coxas e terminava com enfeites prateados que faziam parte de uma barra que circundava todo o vestido. Nos pés, escarpins pretos de salto quinze:

- Lia... a garota enrolava uma mecha de seus cabelos. Então, depois do meu pronunciamento... Tudo certo para a festa de hoje, né?
- Claro - a outra sorriu, calmamente. Havia virado para a outra, que fez a pergunta e estava com as costas recostadas a janela.
- Então vamos mesmo fazer um enorme baile de abertura? Vai ser foda - levantou-se e estava animada.

A outra apenas concordou com a cabeça.

- Não precisa ficar confirmando toda hora, sabe Bela. Não é como se eu fosse mudar de ideia ou coisa parecida. - a outra levantou-se e pos a mão em seu ombro.
- Então tá! Essa festa vai abalar as estruturas (e que horror, pareço uma velha) desta escola! - disse, enquanto erguia a mão ao horizonte, como se estivesse visualizando toda a cena. - Agora vou dar uma olhadinha no campus e quem sabe eu encontro o maninho, né? Até a cerimônia, bjundas, tchauzin ♥~ - e saiu.

Kallaia Miron Vlahakis, a diretora da escola, sentou-se em sua cadeira (que mais parecia um trono, feita de madeira, rústica, adornada de galhos menores e somado a isso ainda tinha um recosto alto). Ela recostou o cotovelo direito a mesa, apoiando o queixo sobre o mesmo, perdendo a sua visão por entre a sua enorme sala, que mais parecia uma floresta por ser feita inteiramente de madeira, que mais pareciam raízes e enrolavam-se em nós, também tendo pequenas folhas aqui e ali. Suspirou uma vez e pensou, com a visão fixa, só que dessa vez, admirava a paisagem da enorme janela de madeira.

"Será um lindo baile!"

Pelo lado de fora do prédio, há alguns poucos quilômetros de distância, percorriam os longos campos cobertos de gramíneas, uma pequena criatura, com longas orelhas e uma cauda emplumada, que trajava um largo e curto shorts branco, uma meia 3/4 listrada na horizontal de branco e cinza, presas por de baixo dos pés e uma blusa justa, de alças e cruzada nas costas, lilás.

- AH! Eu estou atrasada, estou atrasada!
- Me desculpe se estou sendo chata.... Mas... Mariel, você não é nem um coelho e nem está no País das Maravilhas! - uma criatura que voava em volta da outra, pronunciou-se com as mãos tapando o rosto.
- Eu sei! Eu sei! Mas não acha que ficou legal? - Mariel disse, estufando o peito com a mão direita sobre o mesmo.
- Tudo isso só por um trocadilho? - suspirou.
- Nah... Não achas divertido Florence? - suas longas orelhas se balançaram para cima e para baixo. Eu sou uma lebre, gosto de fazer travessuras e você sabe bem disso, né? Está no sangue! - cerrou os punhos enquanto fazia uma pose de luta.
- Certo, certo.... Só não estamos atrasadas para a cerimônia de abertura e nem... - Florence falava enquanto apontava as coisas com o dedo indicador direito, mas fora interrompida por Mariel, que a puxou pelas pernas, enquanto fazia uma cara de animação e surpresa.
- Vamos explorar a Academia então!

Florence ajeitou seu vestido rosa claro, com partes de filó branca por cima da saia e ajeitou as meias sete oitavos, brancas e com desenhos de flor vermelhas. Ela inflou as bochechas e fez uma careta para a outra:

- Não me puxe assim! Só porque sou pequena, não sou seu brinquedo, unf! - cruzou os braços e virou o rosto.
- A Flori é muito fofa!! - a garota colocou ambas as mãos no rosto enquanto balança a cabeça. E está bem, eu não faço mais (ou vou tentar), okay? Agora vamos? - a maior puxou a outra, e enquanto elas passavam próximo a porta da frente da escola, sentiram uma presença estranha.
- Que frio! - Mariel esfregou ambos os braços, mas foi logo ajudar a amiga que quase caia pelo espirro que fez.

E essa presença gélida foi devido a uma garota maior que as outras duas, porém ainda baixinha, de cabelos negros e quimono, que adentrava os portões da escola. A outras duas garotas foram embora e esta última, prossegiu por dentro do prédio. A garota demonstrava uma clara expressão de indignação, estava provavelmente perdida no campus e não gostava da ideia. Tinha uma pele tão branca que reluzia com a luz e junto a isso, tanto seu quimono quanto suas sandálias eram brancas e o único destaque era a faixa vermelha, na cintura e as tiras da sandália, da mesma cor.

A garota seguiu pelo longo corredor. Local que tinha uma aparência um tanto quanto assustadora com sua arquitetura gótica, seu tapete de veludo vermelho e alguns detalhes como teias de aranha pelos cantos, armários escolares de madeira escura e gasta, teto alto e lustres compridos, davam-no uma aparência de castelo de filme de terror, que embora fosse assustadora para os humanos, era apreciada pelos monstros. Ela soltou mais um longo suspiro e logo colocou a mão a testa, quantas vezes havia passado por aquele corredor? Seria possível que todos fossem iguais!? Não queria admitir que estava perdida e nem seria possível tal hipótese! De qualquer forma, quando abriu os olhos e foi soltar a mão da testa, um garoto a surpreendeu cumprimentando-a, beijando a sua mão e se apresentando de forma côrtes:

- Mil perdões pela aproximação repentina, senhorita. Mas não pude deixar de notar, estavas perdida? - afastou um pouco dela, para caso ela se assustasse e balançava a cauda de um lado para o outro, ansioso, enquanto a encarava com um olhar que não escondia toda a malícia que se passava em sua mente.

O garoto é um tipinho visivelmente galenteador. E isso se confirmava ainda mais pela sua aparência, tanto pela parte de demônio, quanto por suas roupas: calças pretas não muito justas, calçados largados e nenhuma blusa, o que mostrava todo o seu abdômen. Não existia muitas regras sobre maneira de se vestir na escola, mas os demônios desse tipo faziam de propósito. Por outro a lado, a garota sequer o notava:

- Não - respondeu tão secamente, que qualquer outro ser já teria desistido e ido embora, mas ele não se daria por vencido assim tão fácil.
- Tem certeza? - aproximou-se, a segurando um dos braços. Não foi o que seu suspiro e expressão de pesar me disseram, há pouco. - chegou mais perto, até seus rostos ficarem próximos, mas a garota o ignorava completamente. Como existiriam monstros tão baixos assim? só nisso que ela pensava.
- Tenho - desviou o rosto, enquanto ele rudemente a tentava beija-la e joga-la contra o armário. Ela olhou para o garoto, com sua total frieza e a mão que segurava seu braço foi congelando aos poucos. - Com licença - sua fala saiu mais como uma baforada gélida e retirou-se.

Ele demorou um pouco para perceber a situação, piscou algumas vezes e só quando sentiu a ausência física dela que se deu conta. Também notou o braço parcialmente congelado e começou a balança-lo ferozmente:

- Meu braço! Meu braço congelou!! Droga, droga, droga! - sacudia e esfragava o braço esquerdo, na tentativa de derrete-lo e continuou, mesmo quando ouviu uma risada conhecida.
- Amadeus, meu maninho! - o encarava, recostada em um portal e não parava de rir, contendo-se para não engasgar.
- Bom dia para a senhorita também, Bela! Mas sejá lá no que pensas, não é nada disso!! - ajeitou-se rapidamente e tentou esconder o braço.
- Não invente desculpas amazinho! Ví tudo, - ela soltou-se do portal e caminhou até ele. - é isso que eu digo! Você não pode simplesmente chegar numa garota e créu, credo! E essas roupas?! Assim que veste-se numa escola decente? Claro que não, puta que paril também!

Ele deu de ombros e analisava o braço, que já estava quase normal, lá ia a sua irmã começar outro sermão sobre como deve-se e como não deve-se tratar as suas vítimas, sobre como ele é um Íncubo inútil e envergonha toda a família e espécie, como ela tinha ficado com toda a parte boa dos genes e aquele blá-blá-blá todo, pensava Amadeus.

- Você tá me ouvindo? - Bellatrix continuou. Você é tão burro, mas tão burro, tão burro..! Que nem percebe as coisas, não é?! - colocou a mão no ombro do irmão e apontou para a garota, a qual ele estava há pouco junto e já sumia pelo fim do corredor. - Você já conversou com uma geleira? Pois bem, aquela é uma Yuki-onna ou Mulher das neves, só para começar, ela não tem nem o que você procura e quantas vezes eu te falei sobre humanas serem diferentes de monstros?!
- Falas como se fosse a minha mãe, sabia disso, certo? Entretando, o que exatamente seria uma yuki-onna?
- Amazinho! - ela deu um tapinha em suas costas. Você sabe que não precisa se esforçar para falar de maneira tão formal comigo, né? Conheço todos os seus truques. - piscou. - E aquela, é a Momoko Yamashina que como toda mulher das neves, ela é bem fria psicologicamente. E sobre elas, é dito na cultura japonesa, que assumem a forma de belas mulheres para encantar/seduzir e matar de frio os viajantes descuidados! - ela botou ambas as mãos na horizontal, as tremou de leve e soprou com a boca, para dramatizar o fato.
- Não é muito diferente de nós.
- É, tem razão. Mas enfim, não vou ficar me alongando no assunto porque não sou nenhuma enciclopédia de monstros! Vamos que a maninha aqui, vai te dar uma aula de sedução! - quando ele menos esperava, ela o puxou pelo braço e o arrastou para o refeitório.

Parados de frente ao local, que mantia a mesma presença sinistra do resto do prédio. O teto era alto e as paredes repletas de vitrais compridos, cintilavam com as luzes alaranjadas do dia. Tinham compridas mesas espalhadas pelo local e cadeiras com recostos altos, tudo em madeira escura e com alguns detalhes de esqueletos e/ou aranhas.

Antes de sair, a garota olhou para o irmão e riu mais uma vez:

- Seu rosto ainda está congelado!
- Me-meu rosto?! - ele subitamente passou as duas mãos pela face, para constatar uma fina camada de gelo e assim esfregou-o com ambas as palmas das mãos.
- Tá, agora pode pára de palhaçada! - ela bateu forte com o pé no chão e jogou os cabelos. Vou te mostrar como se faz e assim você traduz para o lado masculi.. femini... Ah, você entendeu! - dizendo isso, jogou os cabelos mais uma vez e o irmão apenas assentiu com a cabeça, a observando da entrada.

Ela começou a cruzar o salão, andando compassadamente, seu quadril mexia de um lado para o outro e os seus braços para frente e para trás em um só ritmo. A sua platéia repleta de monstros, que estavam na maioria só de bobeira, institivamente pararam o que estavam fazendo e começaram a admirá-la, os seus olhos perseguiam o andar dela e a acompanhavam a cada segundo. Aliás ela não andava, era como se flutuasse pela sala, exalando todo o seu feitiço e tornando a todos os espécimes do sexo oposto hipnotizados. Aquele era o real poder de uma Súcubo!

Cruzou metade do local e virou-se para trás. Nesse momento todos os monstros que a admiravam, desviaram o olhar, envergonhados. Gritaria alguma coisa para o irmão se o mesmo não estivesse tão distante, assim, ele apenas deu um pulinho e fez o V da Vitória com a mão direita, mas quando percebeu que o irmão estava provavelmente cansado daquilo e se afastava, bateu com o pé no chão e resmungou alguma coisa. Iria atrás dele, se o grande relógio - adornado com um dragão - pendurado no centro do local, não denunciasse as horas. Olha vejam só, iria se atrasar e justamente para o pronunciamento aos alunos! Pensando dessa forma, saiu em disparada.

[...]

O grande salão de festas da academia, era enorme e estava repleto, de monstros. Alunos de todas as turmas e turnos, estavam espalhados pelo local, alguns voavam, outros escondiam-se em lagos improvisados. Porém o mais importante era que o campus em peso estava ali! Tinha um grande palco no centro de tudo e de uma forma que fosse visível a todos. Os professores e outros funcionários estavam ali e o mais importante é que ambos, alunos e professores noturnos, mantiveram a sua presença mesmo a cerimônia sendo a luz do dia!

A vice-diretora havia se atrasado alguns segundos e correu para sentar-se em seu lugar, mas ninguém notou. A maioria estava de fofocas e cochichos, quando a diretora e dona da academia, finalmente apareceu. Sem nenhum tipo de exageros ou exentricidades, ela surgiu de uma porta localizada próxima aos fundos do palco e logou subiu ao mesmo, fez um comprimento a todos com a saia e puxou o microfone, que era nos modelos dos microfones antigos, redondo e com um formato de boca de monstro, repleto de dentes:

-Alunos, membros do corpo docente, funcionários e demais convidados que residem aqui. - quando ela começou a falar, todo o burburinho cessou. - Queria agradecer a todos por terem vindo e estarem participando desta cerimônia, sei que nem todos aqui são diurnos e nem totalmente terrestes, assim, mais uma vez agradeço ao esforço de todos. - alguns professores começaram a bater palmas, quando ela fez uma menção para que parassem e prosseguiu. - Acredito que todos estejam de conhecimento do baile de abertura da academia e espero, profundamente, que todos compareçam. Sendo assim, eu aconselharia a todos que dormissem durante o dia, para modo de evitarem o cansaço e poderem aproveitar mais. Estando todos de acordo com isso, passarei a voz agora para a vice-diretora Bellatrix, que irá dizer as regras. - ela passou o microfone a outra, que já estava de pé. - Por favor Bela. - e sentou-se em seu local.

- Certo, certo... - diferente da outra, que era séria e mantinha-se parada o tempo todo, Bellatrix andava de um lado para o outro, muito mais descontraída. - Muito bom dia! Muito boa tarde! Muito boa noite! Eu... Ah... Primeiramente quero que ignorem parte do que disse no último pronunciamento, ok? É claro que tá okay, não precisam nem responder. Agora vamo junto..! - ela pegou um pergaminho, que a fora entregue por uma pequena fada, o desenrolou (ele era enorme e amarelado, com aparência desgastada) e começou a ler. - CARALHO QUANTA COISA! - assim que percebou o que disse, colocou a mão a boca. A diretora deu de ombros, sinal de que não se importaria. - Tá, sabem que eu não vou ler essa budega toda aqui, né? E muito menos tin tin por tin tin, mas vamos lá!

Número um: Os alunos não podem, em hipótese alguma (isso quer dizer nunca, ok?) trazer humanos ao recinto! - Não, nunquinha, nevá... A menos que seja uma decisão expressa diretamente ou do Conselho de Niflheim ou do Conselho dos Monstros - Isso quer dizer que se forem comer, seja lá em qual sentido, algum humano/a façam-o longe do campus, certinho? Agora prosseguindo...
Número dois: Sem brigas, badernas, mortes, algazarras ou algo do tipo, dentro das acomodações do campus.[/b] - Ou seja, briguem lá fora, que ninguém irá se importar! Isso só poderá ser feito dentro de um combate justo e com um juíz... - aquele blá-blá-blá todo...
Número três: Na-da-de-pu-ta-ri-a com humanos nas dependências do campus, entenderam..? - Ah quer saber?! Cansei dessa merda! - jogou o pergaminho para cima, que logo foi pegado pela fada. - Vocês já estão cansandos de saber que não pode ter sacanagem, porrada tresloucada, humanos e assumirem formas monstruosas demais, além daquele blá-blá-blá das outras regras... Enfim... Diretora Kallaia Miron Vlahakis, tua vez. - entregou o microfone a outra, e voltou-se a seu lugar.

- Muito obrigada Bellatrix. Então, como tudo de importante já foi passado, eu espero não precisar me utilizar de formalidades de escolas humanas, correto? - concordaram com a cabeça, a maioria dos alunos. - Assim, estão todos dispensados, até o baile de abertura!
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